Fénix

desculpai-me Senhora,
não guardo percepção do tempo.
nem do sinal da procura.
só acarinhei a distinção do caminho.

mas via – Vos!
nas manhãs que despontavam em Estrelas,
nas sedas que entrelaçavam o Silêncio,
nos suspiros libertados em Pulsares.

no sentir do Triângulo do Um,
recusei constantes manipulações.
fui Paladino do amor,
livre escolha de Luz.

*** *** *** *** ***

o que passou, já se foi.
e deixei de existir no tempo.

apenas para me recriar,

em todo o nosso Azul!

1 Resposta to “Fénix”


  1. 1 Fenix Dezembro 11, 2008 ás 16:40

    Muito bonito!

    Muito Obrigada por me enviar o link!

    Vou acrescentar este blog à lista dos que estou a seguir.

    Posso citar este texto, num próximo texto meu?

    Abraço


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Os textos e poemas publicados neste blog são parte nos seguintes livros: Interioridades da Luz; Cartas frente ao Mar; Comentários na face da Noite.

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